sábado, 1 de outubro de 2011

Thaís Gulin - Cinema Americano

3 comentários:

  1. Muito bacana a letra dessa música, só não gostei da banda, sem expressão.

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  2. Tão homem tão bruto tão coca-cola nego tão rock n'roll
    Tão bomba atômica tão amedrontado tão burro tão desesperado
    Tão jeans tão centro tão cabeceira tão Deus
    Tão raiva tão guerra tanto comando e adeus
    Tão indústria tão nosso tão falso tão Papai Noel
    Tão Oscar tão triste tão chato tão homem Nobel
    Tão hot dog tão câncer social tão narciso
    Tão quadrado tão fundamental
    Tão bom tão lindo tão livre tão Nova York
    Tão grana tão macho tão western tão Ibope
    Racistas paternalistas acionistas
    Prefiro os nossos sambistas
    A ponte de safena Hollywood e o sucesso
    O cinema a Casa Branca a frigideira e o sucesso
    A Barra da Tijuca Hollywood e o sucesso
    Prefiro os nossos sambistas
    Prefiro o poeta pálido anti-homem que ri e que chora
    Que lê Rimbaud, Verlaine, que é frágil e que te adora
    Que entende o triunfo da poesia sobre o futebol
    Mas que joga sua pelada todo domingo debaixo do sol
    Prefere ao invés de Slayer ouvir Caetano ouvir Mano Chao
    Não que Slayer não seja legal e visceral
    A expressão do desespero do macho americano é normal
    Esse medo da face fêmea dita por Cristo é natural
    É preciso mais que um soco pra se fazer um som um homem um filme
    É preciso seu amor seu feminino seu suíngue
    Pra ser bom de cama é preciso muito mais do que um pau grande
    É preciso ser macho ser fêmea ser elegante
    Prefiro os nossos sambistas

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  3. PREFIRO OS NOSSO SAMBISTAS

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